mês de janeiro, às avessas
A vida às vezes me surpreende...
e o mais interessante é que às vezes as surpresas são boas. Tão boas que me fazem pensar, repensar e redefinir os objetivos, e ficar até mesmo em dúvida diante de tantas coisas boas acontecendo ao mesmo tempo.
O agradecimento é a palavra de ordem.
Pessoas, oportunidades e até mesmo instituições me presenteiam, me alegram, me inundam. Será verdade essa alegria toda ou uma alucinação, um efeito psicotrópico? Espero que seja verdade.
Não desejo acordar subitamente após cair da cama.
Minha alma anseia pelo futuro que estava meio atrasado. A alma dela anseia ainda mais. E eu flutuo. Observo-a atentamente e o sorriso, os cabelos, os seios... também me observam. Suas curvas são minhas.
Minhas curvas são dela.
Nada melhor do que o côncavo tocar o convexo, e também o côncavo semelhante para comemorar as boas novas. Posso me entregar totalmente, livremente, tendo a certeza que o atraso do futuro será recompensado, com cada vez mais sensações, daquelas inebriantes, daquelas que fazem suar, por dentro e por fora.
Quem sabe faz, quem não sabe, chupa o dedo enquanto não aprende. Deixo para trás o ego dos outros, as aparências, os falsos sorrisos, más intenções envoltos em pseudo-projetos. Ah sim, e os preconceitos expostos dos outros também. E isso me faz tão bem, me deixa exultante, com vontade de sorrir a todo instante, e de gritar minhas novas palavras de ordem.
Acho que o futuro está mesmo começando. Para mim. Para nós, musa da minha vida, inspiração do meu caminhar.


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