Menina Mulher Flutuante

a arte de ser equilibrista numa sensação esvoaçante, de menina que quer ser grande e de mulher que não quer crescer

terça-feira, 22 de maio de 2007

Concretudes perfeitas

De vez em quando, até mesmo o infinito ao redondo parece um número pequeno para expressar um sentimento, que chega e surpreende, me leva a desejar coisas antes proibidas, planejar coisas antes implanejáveis, simplesmente me deixar levar.

O desejo muda. Agora quero coisas mais concretas, palpáveis, simples. Os planos são muito mais harmônicos. Não preciso me desconstruir para viver. Posso ser eu mesma, o que me alegra por dentro.

E a diva é boa de acalentar. Boa de se querer fundo, boa de tudo o que é mais gostoso nesse mundo. Ela anima. Mesmo para dizer algo desagradável, a diva consegue ser amável.

Eu quero ver a diva, e ficar no meu lugar. Também quero ser a diva, e ficar no seu lugar.

A união dos pensamentos, dos desejos e das ações traz luzes coloridas, mas não ofuscantes ao ambiente.

É o amor saindo do plano das idéias para atingir a concretude deste mundo e que tanto completa o meu ser.