Menina Mulher Flutuante

a arte de ser equilibrista numa sensação esvoaçante, de menina que quer ser grande e de mulher que não quer crescer

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Inesquecível solidão de prazeres ou Suavidades finais



Repetições frenéticas que se repetem...

Sempre a mesma coisa, sempre as coisas mesmas.

Correrias nossas, lerdezas outras, problemas de fora pra dentro, soluções de dentro pra fora.

Stress.

Brigas, gritos, abraços, sorrisos, beijos, carinhos.

Aproximações de quem não ainda não conheço, afastamentos daquela que quase amei pro resto da vida.

Espero a dor e a solidão profunda e interminável.

Atônita, me forço a entender que há mais do que um chão de terra batida.

Mais do que a chuva, mas do que as dívidas.

Descobri que eu ainda sei sorrir, cantar e dançar.

Noite solitária de quem eu desejo, porém completa de quem eu mereço.

Angústias que se vão, reflexões que ficam.

Saudades imensas que criam lágrimas.

O psicotrópico que vem e nos tiram gargalhadas.

Vida que segue, na esperança do destino trazer boas e novas afinidades para eu preencher com meu ser reflexivo e ansioso.

Surpresas, a alegria e a paz brotam. E florescem. E conjugam. E brincam. E ficam.